A decisão da Petrobras de adiar a oferta de ações para setembro foi acertada, na avaliação de analistas e investidores internacionais consultados pela Agência Estado em Londres e em Nova York

A decisão da Petrobras de adiar a oferta de ações para setembro foi acertada, na avaliação de analistas e investidores internacionais consultados pela Agência Estado em Londres e em Nova York. Em contraste com as críticas do mercado interno, na perspectiva externa o adiamento faz sentido pelas dúvidas que existiam em relação ao preço dos barris em reservas do pré-sal que serão vendidos à empresa.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.