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Petrobras ainda analisa construção da plataforma P-62, diz gerente-executivo

RIO - O gerente-executivo de Engenharia da Petrobras, Pedro José Barusco, disse hoje que ainda não há decisão sobre a construção da plataforma P-62. Contratada ao estaleiro Jurong, de Cingapura, o projeto estaria atravessando problemas devido à alta de custos, segundo informou na edição de ontem o Valor .

Valor Online |

A P-62 é um clone da plataforma P-54 e, por este motivo, a legislação permite que o projeto seja contratado sem uma nova licitação. O objetivo é acelerar a construção em um momento em que o aquecimento do mercado mundial produz gargalos de oferta nos mais variados setores econômicos.

Contratada ao Mauá Jurong - na época o estaleiro fluminense tinha um acordo de parceria de Cingapura, a P-54 custou US$ 900 milhões. Para a P-62, o acordo foi fechado com o Jurong, que subcontratou Mauá para a construção do casco.

O projeto ainda está em análise econômica. Tudo está mais caro e não apenas este projeto. O aço acabou de aumentar 15% e, no ano, já subiu 32%, frisou Barusco, que participa de workshop organizado pela Petrobras e BNDES sobre oportunidades no setor de óleo e gás.

De acordo com o gerente executivo, a alta dos custos pode elevar o preço da P-62 para US$ 1,5 bilhão. Depois de construída, a unidade irá para o módulo 4 do campo de Roncador, na Bacia de Campos. Atualmente, a Petrobras tem em fabricação as plataformas P-55, P-56 e P-57. Segundo Barusco, a estatal prepara agora a licitação da P-61 e P-63, que ficarão no campo de Pata-Terra, também na Bacia de Campos, que juntas terão capacidade de produzir 180 mil barris de petróleo por dia.

(Rafael Rosas | Valor Online)

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