Os contratos futuros de petróleo fecharam em ligeira alta antes da divulgação de novos dados sobre os estoques de energia dos Estados Unidos, aproveitando a maré de alta proporcionada por uma série de fortes indicadores econômicos norte-americanos.<p><p>A onda levou os contratos futuros para maio para uma nova máxima durante as negociações diárias em 18 meses, acima de US$ 87 o barril, apesar de o dólar ter-se valorizado ante o euro no decorrer do dia em meio a temores com relação ao pacote de resgate para a Grécia.

Os contratos futuros de petróleo fecharam em ligeira alta antes da divulgação de novos dados sobre os estoques de energia dos Estados Unidos, aproveitando a maré de alta proporcionada por uma série de fortes indicadores econômicos norte-americanos.<p><p>A onda levou os contratos futuros para maio para uma nova máxima durante as negociações diárias em 18 meses, acima de US$ 87 o barril, apesar de o dólar ter-se valorizado ante o euro no decorrer do dia em meio a temores com relação ao pacote de resgate para a Grécia. O fortalecimento do dólar afeta o preço do petróleo, tornando a commodity mais cara para detentores de outras moedas que não a norte-americana.<p><p>Os contratos com vencimento em maio subiram US$ 0,22, ou 0,25%, fechando em US$ 86,84 por barril na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês). No decorrer das negociações o petróleo alcançou a máxima de US$ 87,09 por barril hoje. Em Londres, o petróleo Brent subiu US$ 0,27, encerrando as negociações em US$ 86,15.<p><p>"Ainda é um movimento de onda", avaliou Jim Ritterbusch, presidente da consultoria em investimentos Ritterbusch & Associates. "Sempre que alcançamos novas máximas, como aconteceu esta manhã com o petróleo, isso proporciona novas compras." Ritterbusch observou ainda que o maior interesse do investidor pelo petróleo por causa da forte alta dos últimos dias - o preço do barril estava perto de US$ 80 na semana passada - estava anulando o efeito da valorização do dólar sobre a commodity. As informações são da Dow Jones.
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