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Petróleo cai pelo quinto dia seguido e fecha a US$ 84,05

Os preços dos contratos futuros de petróleo fecharam em queda pela quinta sessão consecutiva hoje, em meio a persistentes temores de que os estoques norte-americanos da commodity estariam elevados demais em relação à demanda. Os contratos de petróleo com vencimento em maio caíram US$ 0,29, ou 0,34%, fechando a US$ 84,05 por barril, o preço mais baixo desde 31 de março na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês).

AE |

Os preços dos contratos futuros de petróleo fecharam em queda pela quinta sessão consecutiva hoje, em meio a persistentes temores de que os estoques norte-americanos da commodity estariam elevados demais em relação à demanda. Os contratos de petróleo com vencimento em maio caíram US$ 0,29, ou 0,34%, fechando a US$ 84,05 por barril, o preço mais baixo desde 31 de março na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês). O preço do barril de petróleo caiu 3,2%, ou US$ 2,79, nas últimas cinco sessões por temores relacionados a uma oferta excedente, uma vez que os estoques continuam elevados enquanto o aumento da demanda permanece tênue. Uma semana atrás, o petróleo alcançou US$ 87,09, sua máxima em quase um ano e meio.<p><p>No mercado eletrônico ICE, o petróleo Brent caiu US$ 0,05, fechando em US$ 84,72 por barril, o preço mais baixo desde 1º de abril.<p><p>Mais cedo, a Agência Internacional de Energia (AIE) advertiu que a recente cotação na casa dos US$ 87, a mais elevada desde outubro de 2008, ameaçava paralisar a recuperação econômica internacional e observou que os estoques globais continuam muito altos. Em relatório divulgado hoje, a AIE elevou suas projeções e agora prevê demanda global de 86,6 milhões de barris por dia neste ano, uma alta de 1,7 milhão de barris por dia em relação ao ano passado. Os estoques dos principais países industrializados continuam elevados e são suficientes para cobrir 60 dias de demanda.<p><p>Para analistas, a possibilidade de os estoques continuarem elevados ganha força com a previsão da AIE segundo a qual a produção dos países produtores de petróleo que não integram a Opep aumentará 220 mil barris por dia. Ao mesmo tempo, a expectativa dos analistas é de que a própria Opep eleve sua produção, mesmo que não altere oficialmente sua política sobre produção. As informações são da Dow Jones.
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