Os preços dos contratos futuros de petróleo estão em queda, após dados do governo dos EUA mostrarem que o consumo da commodity em janeiro foi o menor para o período desde 1998, um dia depois de um relatório que mostrou aumento nos estoques de combustíveis do país.<p><p>Às 13h22 (de Brasília), o contrato do petróleo com vencimento em maio negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês) caía US$ 0,31, ou 0,36%, para US$ 85,57 por barril, com máxima de US$ 85,88 e mínima de US$ 84,38 ao longo da sessão.

Os preços dos contratos futuros de petróleo estão em queda, após dados do governo dos EUA mostrarem que o consumo da commodity em janeiro foi o menor para o período desde 1998, um dia depois de um relatório que mostrou aumento nos estoques de combustíveis do país.<p><p>Às 13h22 (de Brasília), o contrato do petróleo com vencimento em maio negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês) caía US$ 0,31, ou 0,36%, para US$ 85,57 por barril, com máxima de US$ 85,88 e mínima de US$ 84,38 ao longo da sessão. Na plataforma ICE, o contrato do petróleo tipo Brent para maio recuava US$ 0,49, ou 0,57%, para US$ 85,10 por barril.<p><p>Segundo informações do Departamento de Energia norte-americano (DOE), a demanda por petróleo nos EUA em janeiro deste ano foi de 18,528 milhões de barris por dia, ou 3,1% menor em comparação a igual período de 2009. Esta foi a menor demanda pela commodity já registrada num mês de janeiro desde 1998, segundo o órgão.<p><p>Ontem, os preços do petróleo recuaram depois de o DOE divulgar em um relatório que os estoques norte-americanos da commodity cresceram 1,976 milhão de barris - mais do que o previsto pelos analistas - na semana encerrada em 2 de abril, mesmo diante de um aumento na taxa de ocupação das refinarias para 84,5%, de 82,6% na semana anterior. "Se os estoques cresceram apesar de maiores taxas de refino, isso indica como a situação da oferta e demanda está confortável nos EUA", disse Edward Meir, analista da MF Global.<p><p>O valor do barril também sofria pressão mais cedo do avanço do dólar em relação a outras moedas fortes, como o euro. Posteriormente, no entanto, a divisa norte-americana perdeu força, o que contribuiu para suavizar o declínio no valor do barril. Às 13h23 (de Brasília), o euro caía para US$ 1,3354, de US$ 1,3355 ontem, após tocar a mínima intraday de US$ 1,3282. As informações são da Dow Jones.
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