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Perfil online influencia imagem profissional

Levantem a mão todos os que pesquisaram alguém através do Google na semana passada. Agora, levante a sua mão se você fez uma busca do seu nome.

Agência Estado |

Segundo Krishna De, especialista em mídia e criação de marca pessoal, poucas pessoas se preocupam em saber o que a internet informa a seu respeito. Mas, com freqüência, é o primeiro lugar onde se investiga outras pessoas.

Atualmente, muitas relações de trabalho começam eletronicamente. Mesmo quando você encontra alguém pessoalmente, é provável que uma pesquisa online já tenha sido realizada. "As pessoas vão buscar informações antes de uma reunião com você, e depois também", diz De. "É como checar uma referência online. Não é a única coisa importante, mas vai fazer parte da avaliação."

A boa notícia é que é relativamente fácil fazer uma rápida reformulação da imagem online. São abundantes as narrativas de empregadores que buscam informações no Google sobre futuros funcionários, descobrindo histórias de festas desregradas, porém isso é fácil de evitar. "Muitas pessoas desconhecem os controles de segurança nos sites de redes sociais", diz De. Para separar o profissional do pessoal, use as opções de segurança. A regra é: se não quer que seu patrão ou clientes vejam alguma coisa, mantenha-a oculta.

James Reed,presidente do grupo de recrutamento Reed, recomenda ter cuidado com fotos online. "As fotografias podem dizer muita coisa, particularmente quando tiradas fora de contexto." Infelizmente para aqueles que têm fobia de tecnologias, estar fora da rede não é solução. Graham Jones, psicólogo de internet, diz que cada vez mais as pessoas esperam encontrar informações online sobre credenciais profissionais de alguém. "Se não acharem nada a seu respeito, podem achar que sua contribuição não é tão valiosa."

Registrar-se em websites com boa reputação é um meio de criar uma "persona" online respeitável. "LinkedIn e Ziggs são excelentes para criar um perfil profissional", diz De. "São respeitados e não exigem muito esforço, ao contrário de um blog." Ela recomenda também escrever críticas de livros em sites de livrarias ou publicar artigos sobre sua área de conhecimento. Reed recomenda usar blogs e fóruns de discussão, mas essa tarefa deve ser feita "de maneira sóbria e não exuberante".

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