Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Pequim qualifica greves na Toyota e Honda de "fenômeno isolado

Pressões salariais aumentam na medida em que cresce o padrão de vida dos chineses

EFE |

O ministro do Comércio da China, Chen Deming, disse hoje que as greves que afetam as fábricas de multinacionais como Toyota e Honda no país asiático são "fenômenos isolados", embora tenha reconhecido que são necessários aumentos salariais para manter a estabilidade social, em declarações ao canal de televisão "Phoenix TV" de Hong Kong.

Apesar do evidente aumento de exigências por parte dos trabalhadores chineses, cuja precariedade foi a base do crescimento do país nas últimas três décadas, o ministro negou que as greves sejam uma tendência nacional.

Segundo suas palavras, o temor de um aumento dos custos trabalhistas não vai provocar uma transferência em massa das fábricas dessas multinacionais para outros países da região da Ásia-Pacífico como Vietnã e Tailândia.

Apesar das palavras de tranquilização do ministro Chen em uma tentativa de manter o investimento estrangeiro no país, a imprensa chinesa informa que uma nova greve começou na planta que a cervejaria dinamarquesa Carlsberg tem em Chongqing, no sudoeste do país asiático.

Leia tudo sobre: grevechinapequimtoyotahonda

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG