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Pela primeira vez em 6 anos haverá queda de viagens no Dia de Ação de Graças

Nova York, 18 nov (EFE).- O número de americanos que viajará no final do mês para celebrar o Dia de Ação de Graças com seus parentes ou amigos diminuirá este ano pela primeira vez desde 2002 por causa da piora das condições econômicas do país, informou hoje a Associação Americana do Automóvel.

EFE |

A organização calcula que cerca de 41 milhões de pessoas se deslocarão um mínimo de 50 milhas (80 quilômetros) por ocasião da celebração, na quinta 27 de novembro, do Dia de Ação de Graças, uma das que possui maior caráter familiar nos EUA.

Isto representa que cerca dos 600.000 americanos que no ano passado viajaram nesta ocasião ficarão em casa.

O número equivale a uma redução de 1,4%, a primeira em seis anos, indica a AAA, que afirma que neste ano foram perdidos 1,2 milhão de postos de trabalho no país.

"O estado geral da economia continua representando um problema real para alguns americanos que desejam viajar para o Dia de Ação de Graças", declarou hoje o presidente da AAA, Robert Darbelnet.

Ele acrescentou que, diante da eliminação de postos de trabalho, a capacidade de gasto e as possibilidades de viajar de muitos americanos se reduziram.

Quanto ao meio de locomoção escolhido, a AAA prevê uma diminuição de 1,2% no número de americanos que planeja dirigir, embora até represente 81% do total (cerca de 33,2 milhões).

Isto acontece apesar de agora a gasolina estar 33% mais barata que há um ano, já que o galão (3,78 litros) custa uma média US$ 2,068, em comparação aos US$ 3,095 de então.

O preço da gasolina nas bombas dos EUA está em seu nível mais baixo nos últimos 21 meses e, segundo a pesquisa diária realizada pela AAA, acumula uma queda ininterrupta de 62 dias.

Desta forma, o preço atual é quase a metade do alcançado em julho passado, quando tocou seu recorde histórico e chegou a US$ 4,114 por galão.

Os deslocamentos em avião, uma opção escolhida por 4,54 milhões de americanos (11% de todos os que prevêem viajar), registrarão uma queda de 7,2% com relação a 2007, informa a AAA.

No entanto, a Autoridade do Transporte Aéreo calcula que a redução chegará a 10%.

O presidente dos EUA, George W. Bush, anunciou hoje que, da mesma forma que foi feito no ano passado, será liberada parte do espaço aéreo militar para as companhias aéreas comerciais para aliviar o tráfego durante o Dia de Ação de Graças e o Natal e reduzir a congestão, o que foi bem recebido pelas companhias. EFE mgl/fal

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