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PDG não descarta novas aquisições este ano

A construtora e incorporadora PDG Realty não descarta realizar novas aquisições ainda eeste ano, afirmou ontem o vice-presidente financeiro da incorporadora, Michel Wurman. Na noite de segunda-feira, a PDG anunciou um acordo de troca de ações para assumir o controle da Agre, em uma transação avaliada em R$ 2,43 bilhões, criando a maior empresa do setor imobiliário do país.

AE |

A construtora e incorporadora PDG Realty não descarta realizar novas aquisições ainda eeste ano, afirmou ontem o vice-presidente financeiro da incorporadora, Michel Wurman. Na noite de segunda-feira, a PDG anunciou um acordo de troca de ações para assumir o controle da Agre, em uma transação avaliada em R$ 2,43 bilhões, criando a maior empresa do setor imobiliário do país. "Estamos sempre avaliando... Qualquer boa oportunidade é analisada", disse Wurman, que não revelou detalhes quanto ao porte ou atuação de possíveis empresas a serem abordadas. De acordo com o executivo, o crescimento via aquisições sempre fez parte do plano estratégico da companhia. "A negociação com a Agre acelerou há cerca de duas semanas, mas já havíamos participado dos processos de incorporação de Abyara e Klabin Segall", disse, destacando que a abordagem foi feita pela PDG por "se sentir atraída pela estrutura interessante" da rival. Segundo o executivo, a PDG Realty estava interessada na Abyara e na Klabin Segall, que acabaram se juntando à Agra no ano passado, formando a Agre. A formação da nova empresa, de acordo com Wurman, tem por objetivo criar "uma grande plataforma (de imóveis) voltada às classes B e C nas cinco regiões do País". Foco. O executivo assinalou que a Agre seguirá concentrada no mercado de incorporação, com foco nas regiões Norte e Nordeste, além de fortalecer as operações em São Paulo, onde a PDG planejava começar a atuar nos segmentos médio e médio-alto ainda neste ano. Após a aquisição da Agre, os lançamentos da PDG em 2010 devem ficar entre R$ 6,5 bilhões e R$ 7,5 bilhões. Desse total, cerca de 90% das unidades serão destinadas às classes média e média baixa, de acordo com Wurman.

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