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Paulson reforça que US$ 250 bi são para emprestar, e não para guardar

SÃO PAULO - O secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, reforçou nesta segunda-feira que os US$ 250 bilhões que serão injetados pelo governo americano no capital dos bancos devem ser usados para aumentar os empréstimos, e não para ficar estocado. Segundo ele, o aumento da credibilidade dos bancos e do crédito no mercado são importantes para a economia dos EUA.

Valor Online |


Paulson anunciou nesta segunda detalhes do pacote de salvamento aos bancos lançado pelo governo dos EUA na semana passada. Segundo ele, além dos nove bancos que já haviam declarado que eram candidatos a receber os recursos, o governo tem sido procurado por diretores de bancos de todos os tamanhos interessados em participar do programa.

"Enquanto muitos bancos estão sofrendo perdas significativas, muitas outros dispõem de capital para atravessar essa fase, mas não estão em condições de emprestar o volume de recursos necessários que nossa economia precisa", disse Paulson, explicando que o objetivo do programa " é atrair a um grande número de instituições financeiras saudáveis de maneira que o capital privado seja atraído para elas também " .

O secretário frisou que existem recursos suficientes alocados para todos os bancos que inscreverem-se no programa. Além disso, deixou claro que o critério para concessão do dinheiro será a recomendação das entidades reguladoras de cada instituição, e não os bancos que se candidataram primeiro.

De acordo com as normas anunciadas pelo Tesouro, os bancos que quiserem participar do programa de salvamento terão até 14 de novembro para cumprir as etapas burocráticas. Todas as transações serão anunciadas em até 48 horas depois de concretizadas. Os casos de aportes negados não virão a público.

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