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Paulson: pacote precisa de supervisão e transparência

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Henry Paulson, apoiou uma forte supervisão para o plano do governo americano de comprar até US$ 700 bilhões em ativos ilíquidos relacionados a hipotecas de instituições financeiras em dificuldade e disse que compartilha com os congressistas a frustração com relação às compensações para os executivos. Precisamos de supervisão, precisamos de proteção, precisamos de transparência, disse ele ao comitê bancário do Senado.

Agência Estado |

"Queremos isso, queremos tudo isso".

Paulson disse que sempre foi favorável à supervisão para o pacote de resgate, mas disse que seria "presunçoso" incluir essa proposta no plano inicial de três páginas anunciado no sábado (dia 20), já que considera que essa é uma prerrogativa do Congresso. Ele acrescentou que qualquer cláusula de supervisão deve ser feita de forma a "permitir que o programa atue de maneira eficaz e rápida".

Embora ele não tenha concordado especificamente com as propostas dos democratas para limitar as compensações para os executivos das companhias que aderirem ao programa de resgate, ele disse que compartilha as frustrações dos parlamentares quanto a isso.

O teto para as compensações aos executivos e um comitê supervisor são duas das alterações importantes propostas pelo presidente do Comitê Bancário do Senado, Christopher Dodd, e pelo presidente de serviços financeiros da Câmara dos Representantes, Barney Frank.

Compra de ativos

Paulson afirmou que o programa anunciado pelo governo americano vai de fato comprar ativos de bancos estrangeiros. O programa todo "diz respeito ao contribuinte americano", e os bancos estrangeiros são fundamentais para a economia do país. Qualquer operação bancária nos EUA é importante, disse ele, e merece ser incluída nos esforços de resolução da crise. As informações são da Dow Jones.

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