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Paulson descarta permanência no Tesouro após saída de Bush

O secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, acredita que o mercado imobiliário permanecerá deprimido o restante do ano, nos Estados Unidos, mas não pretende continuar no cargo para ajudar o próximo presidente a superar a crise.

AFP |

Em entrevista à rede NBC News, neste domingo, de Pequim, Paulson comentou que não planejou injetar dinheiro público nos dois gigantes hipotecários americanos com problemas, e sugeriu uma nova regulação para manter os mercados de capitais sob controle.

Quem quer que seja o próximo presidente dos EUA, o republicano John McCain ou o democrata Barack Obama, "farei tudo o que puder para realizar uma transição suave, para trabalhar de perto com meu sucessor no Tesouro", prometeu.

Os jornais especulam que McCain e até seu adversário Obama poderiam pedir a Paulson que ficasse no cargo para ajudar a acalmar a crise imobiliária que atinge os consumidores americanos e preocupa Wall Street.

"Mas estou focado em deixar tudo feito entre agora e 19 de janeiro", disse o ex-presidente executivo do Goldman Sachs, referindo-se ao último dia do governo de George W. Bush.

jit/tt

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