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Paulinho da Força é absolvido no Conselho de Ética da Câmara

BRASÍLIA - Por dez votos a quatro, o Conselho de Ética da Câmara rejeitou hoje a cassação do deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força Sindical, por quebra de decoro parlamentar. Ele era acusado de envolvimento em um esquema de desvio de verbas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), apontado pela Operação Santa Teresa, da Polícia Federal.

Valor Online |

O relator do caso, deputado Paulo Piau (PMDB-MG), disse que seu parecer se baseava "em provas e fatos, não em suposições", e que analisou o processo. Já o advogado de Paulinho, Leônidas Ribeiro Scholz, disse que a tônica do processo foi "um esquema que não existe e nunca existiu, como demonstrou auditoria do próprio BNDES".

Paulinho comemorou a rejeição do parecer, afirmando que seus colegas fizeram "justiça". Segundo declarou, não houve "pizza", porque tratava-se de uma tentativa de "perseguição", e seus colegas no Conselho de Ética conseguiram derrubar o que ele chamou de "armação política".

O presidente do Conselho de Ética, deputado Sérgio Moraes (PTB-RS), indicou o deputado José Carlos Araújo (PR-BA) para elaborar o parecer vencedor até a próxima quarta-feira. O parecer pela absolvição de Paulinho também será votado pelo Conselho de Ética da Câmara.

O deputado também responde a acusações de fraudes na ONG Meu Guri, administrada por sua mulher. Segundo as investigações realizadas pela Polícia Federal, a ONG recebeu R$ 37,5 mil do conselheiro do BNDES João Pedro Moura, que foi preso sob a acusação de ser um dos principais responsáveis pelo esquema. A operação Santa Tereza denunciou empresários, policiais e servidores que supostamente desviavam recursos do banco de fomento estatal.

(Valor Online)

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