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Patronal diz que Itália vive maior recessão desde Segunda Guerra Mundial

Roma, 15 nov (EFE).- O centro de estudo da patronal Confederação Geral da Indústria Italiana (Confindustria) prevê uma redução do Produto Interno Bruto (PIB) na Itália de 0,4% em 2008, com uma queda maior em 2009, marcando uma contração de 1%, na maior recessão desde a Segunda Guerra Mundial, segundo um comunicado.

EFE |

As primeiras estimativas do Instituto de Estatística italiano (Istat) divulgadas nesta sexta-feira mostram que o PIB italiano caiu 0,9% durante o terceiro trimestre de 2008 frente ao mesmo período do ano anterior, e 0,5% em comparação ao trimestre anterior.

Para o centro de estudos da Confindustria, o país está "diante da recessão mais longa depois da Guerra", e ressalta que "é ainda mais grave porque é comum a todas as maiores economias industriais dentro e fora da União Européia (UE)", com "sinais de arrefecimento dos países emergentes", afirma, em comunicado emitido hoje.

"Não há medidas para o relançamento da economia", assegura.

A Confindustria pedem aos Governos nacionais que apóiem "os pedidos de investimento público, a redução dos impostos para a baixa renda e os incentivos ao investimento para as empresas".

Além disso, "são necessárias medidas cruciais para combater o encarecimento do crédito", devido à escassez de liquidez.

Segundo o Istat, a Itália está em uma "recessão" e o resultado conjuntural do PIB oferecido ontem é a síntese de uma diminuição do valor da agricultura, indústria e serviços.

Diante das primeiras estimativas do Istat, a presidente da Confindustria, Emma Marcegaglia, disse que "a situação é grave. Há uma recessão européia e é possível que seja global, e nos próximos meses poderão chegar dados inclusive piores". EFE cps/fh/an

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