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Para vender caças, Boeing aceita repassar tecnologia

Com discurso mais agressivo e se comprometendo a vencer as barreiras americanas que restringem a transferência de tecnologia, a Boeing Company apresentou à Força Aérea Brasileira (FAB), no último dia 30, a proposta de venda de 20 a 36 caças F/A-18E/F Super Hornet, para o programa FX-2 de substituição dos atuais supersônicos brasileiros destinados a missões de superioridade aérea. Houve uma evolução nas negociações.

Agência Estado |

O governo dos Estados Unidos está dando suporte e apoio necessário, enquanto estamos aqui apresentando a nossa proposta à FAB. Será uma venda governo a governo", afirmou ao Estado Bob Gower, vice-presidente dos programas F/A-18 e EA-18 da Boeing Integrated Defense Systems. "Vai haver, sim, a transferência de tecnologia e integração de armas e equipamentos pretendidas pelo Ministério da Defesa."

Gower frisou que a empresa oferece um amplo pacote de contrapartida tecnológica, com a promessa de repasse de evoluções que sejam aplicadas ao F-18 E/F nos EUA.

Em junho, a FAB expediu solicitação de informações para recebimento de propostas de seis concorrentes para venda de até 36 caças para o Brasil, lote inicial de uma frota que pode chegar 120 aeronaves com as quais a Aeronáutica pretende substituir, até 2025, seus aviões de combate. Pela ordem, primeiro serão substituídos os Mirages 2000C/B, depois os F-5EM e, por último, os A-1 AMX.

Gower disse não temer a aproximação entre os governos brasileiro e francês - o presidente da França, Nicolas Sarkozy, visitará o País no fim do ano, quando serão assinados diversos acordos na área militar. "A França vai competir com tudo que tiver de melhor, mas esperamos que o governo brasileiro veja a vantagem de trabalhar com múltiplos parceiros, não apenas com um único", comentou o executivo da Boeing.

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