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Para UBS, Bolsa brasileira está vendida em excesso

Em relatório divulgado hoje, o banco de investimentos UBS Pactual afirma que os ativos negociados na Bolsa brasileira estão muito descontados, se considerados os mercados de demais países emergentes. Conforme a instituição, a Bovespa está negociando com múltiplo de 6,5 vezes o lucro esperado para 2009, abaixo, portanto, do múltiplo de 8,9 vezes de países emergentes.

Agência Estado |

No pior cenário, conforme o banco, o múltiplo da Bolsa brasileira deveria estar em 8,4 vezes. Esse cenário prevê, entre outros, queda de 10% no preço do minério de ferro, aço a US$ 810/tonelada e o petróleo a US$ 80 o barril.

Conforme o UBS, "sólida macroeconomia doméstica, sistema financeiro saudável, companhias com baixa alavancagem e boa administração devem garantir rentabilidade sustentada, não justificando a atual distorção de preços". "Nós achamos que a Bolsa brasileira está vendida em excesso", aponta. Os analistas Pedro Batista e Eduardo Nishio reconhecem, no relatório, que os riscos externos continuam elevados, o que pode impedir uma recuperação sustentada neste momento, porém não uma correção em relação aos demais países emergentes.

O UBS tem preferência por ações ligadas ao mercado doméstico, porém tem posição neutra em relação a Petrobras e Vale. "Nós somos overweight em energia, aéreas e telecomunicações; neutro em mineração, petróleo e consumo; e underweight em bancos, metais e construção civil", afirmam os analistas. O UBS lista como top picks no País as ações da TAM, CCR, Tractebel, Eletrobrás, Cemig, Pão de Açúcar, Net, Itaú, Ultrapar, Petrobras e Vale.

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