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Para Tolmasquim, crise não deve comprometer mercado de etanol

RIO - A crise financeira internacional não deverá comprometer o desenvolvimento do setor de etanol no país. A afirmação é do presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, para quem o álcool combustível se manterá competitivo mesmo que o preço do barril de petróleo bata na casa dos US$ 40.

Valor Online |

"O etanol está garantido do ponto de vista de longo prazo. Pode haver, como em qualquer setor, algum abalo de curto prazo devido à questão do crédito", ressaltou Tolmasquim, lembrando que, apesar dos anúncios de alguns produtores de etanol sobre dificuldades no mercado de crédito, o setor de energia se beneficia dos aportes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que tem ampliado os desembolsos durante a crise internacional.

O executivo frisou que a crise internacional não deverá atrapalhar o projeto do governo brasileiro de batalhar para que o etanol vire uma commodity, com cotação em bolsa e produção diversificada em todo o mundo.

"O etanol tende a crescer a participação no mundo, porque ele é o único substituto na área de veículos automotores e há uma política cada vez maior de países desenvolvidos para aumentar a participação de biocombustíveis", afirmou. "Hoje o etanol já é competitivo e a tendência é que o progresso técnico, tanto na área agrícola, quanto na área industrial, somado ao aproveitamento dos resíduos, façam com que ele fique mais competitivo", acrescentou.

(Rafael Rosas | Valor Online)

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