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Para setor avícola, pacote de incentivo à exportação é limitado

São Paulo, 6 - O pacote de incentivo às exportações anunciado ontem pelo governo federal não agradou ao setor avícola. Em nota, o presidente da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Francisco Turra, afirmou que as medidas foram tardias e têm efeito limitado para o setor.

AE |

São Paulo, 6 - O pacote de incentivo às exportações anunciado ontem pelo governo federal não agradou ao setor avícola. Em nota, o presidente da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Francisco Turra, afirmou que as medidas foram tardias e têm efeito limitado para o setor. A entidade discorda, por exemplo, da limitação em 50% da devolução dos créditos de PIS/Pasep, Cofins e IPI acumulados na exportação, em até 30 dias. "Esses créditos são das empresas e precisariam ser devolvidos na sua totalidade, para capitalizar as companhias. Isso significa não só repor perdas, mas também incentivar novos investimentos", disse Turra, em nota. Segundo ele, o Brasil é um dos países que mais tributam alimentos. Citando estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Turra afirmou que a carga média de impostos sobre os alimentos é de 17% no Brasil, ante 5% na Europa e 0,7% nos Estados Unidos. Quanto à demora no anúncio das medidas, Turra comentou que, durante a crise global, o governo promoveu a desoneração tributária de setores como o automotivo e o moveleiro. "Mas o setor avícola, com seus 4,5 milhões de empregos diretos e indiretos e uma enorme importância social, ficou de fora. A avicultura foi desestimulada", defendeu.

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