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Para presidente da Previ, união entre Itaú e Unibanco é estratégica

RIO - O presidente da Previ, Sergio Rosa, acredita que a fusão anunciada hoje entre os bancos Itaú e Unibanco reflete o posicionamento estratégico das duas empresas e não significa um movimento de resposta à crise financeira. Rosa, que participou hoje do 29º Congresso da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), afirmou que, apesar da crise, não havia sinais de risco efetivo para os bancos brasileiros.

Valor Online |

"Eu não via riscos no sistema financeiro brasileiro. Os bancos brasileiros respondem a uma regulação muito forte, em geral estavam muito capitalizados, com carteiras de crédito muito conservadoras", frisou Rosa. "Essa fusão responde muito mais a posicionamento estratégico das duas instituições do que à crise financeira", acrescentou.

Sobre a Previ, Rosa revelou que o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil teve redução entre R$ 10 bilhões e R$ 15 bilhões no seu patrimônio na comparação entre a posição de dezembro do ano passado e o observado em meados de outubro. Apesar da queda, o executivo frisou que não há riscos para o superávit da instituição, que fechou o ano passado com resultado positivo de R$ 52 bilhões.

(Rafael Rosas | Valor Online)

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