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Para Petrobrás, diálogo com Correa continua

O presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, afirmou ontem que a empresa não suspendeu o diálogo com o governo do Equador. As conversas e negociações continuam, disse o executivo, sem dar mais detalhes sobre em que ponto estão os diálogos.

Agência Estado |

Correa chegou a ameaçar a Petrobrás de expulsão, caso a empresa não aceite os novos termos contratuais propostos por seu governo. A idéia de Quito é transformar a companhia brasileira em prestadora de serviços para a estatal local Petroproducción. Gabrielli, no entanto, recusou-se a comentar se a empresa aceitaria permanecer no país sob essas condições.

O presidente da Petrobrás também não esclareceu se haverá um pedido de indenização, caso os ativos da Petrobrás sejam devolvidos ao Equador. No mês passado, a companhia já devolveu o Bloco 31, na Amazônia equatoriana, onde investiu US$ 200 milhões, mas ainda não havia iniciado a produção.

Agora, a companhia brasileira negocia com o governo como ficará a situação do Bloco 18, onde produz cerca de 11 mil barris de petróleo por dia.

Ao todo, a Petrobrás investiu cerca de US$ 450 milhões desde que iniciou as atividades no Equador, em 1996. Além do Bloco 18, a companhia tem hoje uma participação no Oleoduto de Petróleo Pesado (OCP, na sigla em espanhol). As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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