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Para Mantega, socorro a empresas americanas não pode ser generalizado

BRASÍLIA - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje que o Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) não deve salvar todas as instituições financeiras, no caso de uma crise generalizada, mas considerou acertado o socorro de US$ 85 bilhões à seguradora American International Group (AIG). Para ele, o governo dos EUA deve socorrer apenas os bancos que possam provocar um risco sistêmico. O Fed não pode permitir que ocorram problemas que afetem todo o sistema.

Valor Online |

Senão, você vai ter uma quebradeira geral e aí é ruim para todos. Acho que as empresas que cometeram o erro, que se comprometeram com crédito pouco seguro, têm que pagar o preço", afirmou.

Mantega lembrou que essas instituições já estão sendo penalizadas por terem apostado em papéis vinculados ao setor imobiliário norte-americano, estopim da crise que afeta os mercados mundiais.

"O Lehman Brothers virou pó. O problema é quando você tem uma quebradeira generalizada que atinge vários bancos em diversos países. Você tem que intervir, se não cria um problema maior", disse.

No caso da AIG, o ministro considerou correto e adequado o socorro à seguradora, principalmente depois da experiência do Lehman Brothers. O banco de investimento não recebeu ajuda do governo norte-americana e terminou pedindo concordata.

"Foi adequada [a iniciativa de socorrer a AIG]. Com isso houve uma acalmada na crise financeira, que não vai acalmar agora e vai continuar. Pelo menos diminuiu o seu impacto na economia mundial", observou.

"(Agência Brasil)"

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