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Para Lacker, do Fed, é racional esperar recuperação em 2009

BETHESDA, Estados Unidos (Reuters) - O presidente do Federal Reserve de Richmond, Jeffrey Lackerc, disse nesta sexta-feira ser razoável esperar que a economia norte-americana se recupere de um ritmo de declínio em algum momento de 2009, e advertiu quanto aos riscos inflacionários em uma retomada. Muitos analistas esperam que a economia norte-americana recupere a sua atuação positiva em algum momento de 2009, disse ele em discurso ao Tech Council de Maryland.

Reuters |

"Isso me parece uma expectativa razoável", afirmou.

Ele disse que o declínio na economia representa um desafio para a política monetária à frente, incluindo um possível aumento nas expectativas de inflação.

"É essencial que não percamos a inflação de vista", disse Lacker.

"Pode parecer prematuro se preocupar sobre como a inflação se comporta depois de a recessão ter terminado, mas nós precisamos estar certos de que nossa política permanece consistente com a estratégia de não permitir que a inflação suba durante o ciclo de negócios", disse ele.

Lacker, um dos membros que mais pregam contra a inflação no Fed, estará entre os votantes no painel do Fed que estabelece a taxa de juros no próximo ano.

Os mercados financeiros vivem um dos períodos de turbulência mais séria em décadas, e as principais economias por todo mundo já entraram, ou estão entrando, em recessão.

Os mercados norte-americanos caíram fortemente na quinta-feira, levando o índice S&P 500 para patamar 52 por cento mais baixo que seu recorde de alta, de outubro de 2007.

O Fed cortou a taxa de juro em 4,25 pontos percentuais para 1 por cento, desde setembro de 2007 e espera-se que promova novo corte de meio ponto em sua reunião de 15 e 16 de dezembro.

Lacker argumentou que a economia pode ser encarada como pronta para se recuperar no próximo ano.

A política monetária é "um tanto estimulante", disse ele. Os principais choques que desanimaram a atividade econômica este ano "já diminuíram, ou estão no processo de diminuição", afirmou.

(Reportagem de Mark Felsenthal)

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