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Para DEM, aprovação da reforma tributária e do Fundo Soberano só amplia crise

O presidente do Democratas, deputado Rodrigo Maia (RJ), e o deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC), disseram nesta quinta-feira que a aprovação de duas matérias que tramitam no Congresso, no caso a reforma tributária e o Fundo Soberano do Brasil (FSB), só serviriam para agravar os efeitos da crise internacional no País.

Severino Motta - Último Segundo/Santafé Idéias |

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Não o bastante, eles também defenderam a suspensão do aumento concedido a mais de 470 mil servidores públicos.

De acordo com Maia, a reforma tributária não pode existir agora. Em sua visão, ao invés de reduzir os impostos no País ela os amplia, dificultando ainda mais a recuperação de crédito e investimentos internacionais no Brasil.

"Uma reforma agora, além de ampliar impostos gera instabilidade, desconfiança no mercado. Sem contar que essa reforma só serve para dar sustentação às irresponsabilidades do governo", disse.

Em relação ao FSB, Maia alegou que somente países com superávit nominal ou com suporte de commodities podem se dar ao luxo de ter um Fundo Soberano, o que não é o caso do Brasil. "O FSB chega a ser uma excrescência", disse.

"Chegava a ser ridículo pensar no Fundo Soberano a três meses atrás, agora, com a crise, é pior ainda. Até porque, para existir, o FSB dependeria do aumento da dívida, o que é um absurdo", explicou.

Em relação ao aumento para os servidores, os deputados alegaram que o tamanho do Estado Brasileiro está superdimensionado e que os cofres públicos não podem, em meio à crise, arcar com gastos adicionais de R$ 3,4 bilhões em 2008, chegando a R$ 16,6 bilhões em 2011.

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