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Panamericano lança cartão para pequenos e médios supermercados

O banco Panamericano está lançando um cartão híbrido em parceria com supermercados e atacadistas. O projeto teve investimento de R$ 55 milhões e tem a meta de credenciar 100 supermercados médios e pequenos e atrair 250 mil clientes até o final do ano.

Redação Economia |

O diretor executivo de Cartões do Panamericano, Elinton Bobrik, acredita que o cartão vai ocupar uma faixa de 20% a 25% do faturamento dos supermercadistas. "Alguns deles já têm cartões, mas, hoje, o cartão corresponde a 5% do faturamento. Acredito que o nosso produto vai elevar essa ocupação".

 

A não cobrança de taxa de administração e o oferecimento de recompensa ao cliente vão propiciar este aumento, segundo Bobrik. O cartão tem um sistema de acumulo de pontos aos consumidores, que podem converter os pontos em passagens aéreas e recargas de celular, por exemplo.

 

O cartao terá a identidade visual das redes, poderá ser emitido na hora, no momento da primeira compra, e não terá cobrança de anuidade aos clientes, segundo o Panamericano. Para compensar a ausência das taxas aos supermercadistas e aos consumidores, Bobrik diz que a saída é buscar ganhos de escala. "A escala é sempre a história de quem trabalha com o segmento popular", afirma.

 

Com a estratégia, o banco pretende elevar de 15% para 40% a participação do cartão híbrido no total de seus cartões até 2011. Além da parceria com supermercadistas e varejistas, o Panamericano pretende trabalhar com redes de construção e companhias aéreas, segundo o diretor executivo de Cartões.

 

Momento favorável

 

A aposta no crescimento de cartões híbridos busca aproveitar o atual momento econômico e a posição do banco, segundo o executivo. "Aproveitamos o momento do Brasil, que tem um mercado propício para esse tipo de produtos, e o momento do banco, após a associação com a Caixa Econômica Federal, e a entrada no mercado por meio de um IPO (oferta inicial de ações) de sucesso", afirma Bobrik.

 

"Além disso, acreditamos que o segmento popular, no qual já temos expertise, é o que mais vai crescer", acrescenta.

 

O Panamericano é controlado pelo Grupo Silvio Santos, que detém 37,6% do capital do banco, e pela Caixa Econômica Federal, que adquiriiu 36,6% de participação em dezembro do ano passado.  

 

 

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