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Palavra com letra #145;n #146; ronda pacote

O pacote de resgate aos bancos divulgado pelo secretário do Tesouro, Timothy Geithner, não resolve o problema central da crise atual: como determinar o preço dos ativos tóxicos. No cerne da crise estão trilhões em ativos tóxicos, na maioria títulos lastreados em hipotecas e outros créditos de alto risco, entupindo os balanços dos bancos.

Agência Estado |

Quando o agora malfalado Tarp foi aprovado pelo Congresso em setembro, seu objetivo inicial era comprar ativos tóxicos dos bancos para limpar os balanços. Dessa forma, as instituições voltariam a conceder empréstimos. E investidores privados, sem medo de buracos que não param de crescer, se sentiriam mais seguros para investir nesses bancos, recapitalizando-os.

Mas o então secretário Henry Paulson esbarrou em um problema espinhoso - quanto o governo deveria pagar por esses papéis? Como são papéis pouco líquidos, os bancos determinam o valor desses ativos em seus balanços usando seus próprios modelos. Mas o valor que o mercado se dispõe a pagar é bem inferior. Daí porque Paulson desistiu de comprar os ativos tóxicos e resolveu simplesmente injetar capital nos bancos.

Mas, como se viu, não foi suficiente. Sem livrar os bancos dos papéis tóxicos, o crédito não voltou, não houve investidores capitalizando bancos e empresários continuaram sem financiamento. É por essas e outras que alguns economistas "hereges" como Nouriel Roubini falam em nacionalização dos bancos dos EUA, aqui já chamada de "palavra com a letra ene".

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