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Países nórdicos, Rússia e Polônia emprestarão até US$ 3 bilhões à Islândia

Copenhague, 20 nov (EFE).- O Governo islandês anunciou hoje que está assegurado um empréstimo de até US$ 3 bilhões concedido de forma conjunta por Dinamarca, Finlândia, Noruega, Suécia, Rússia e Polônia.

EFE |

Os países nórdicos oferecerão US$ 2,5 bilhões, confirmaram, em comunicado conjunto, os ministros de Finanças dos quatro países, enquanto Polônia e Rússia disponibilizarão o restante.

O anúncio islandês foi incluído em comunicado no qual se confirma a aprovação de um empréstimo contingente ("stand by") de US$ 2,1 bilhões do Fundo Monetário Internacional (FMI), divulgada horas antes, em Washington, por este organismo.

O empréstimo do FMI será usado para apoiar a coroa islandesa, que receberá incentivo "o mais rápido possível", e isso deve ajudar as transferências internacionais a voltarem à normalidade, segundo o comunicado.

As Ilhas Faroe, sob soberania dinamarquesa, concederão também outro empréstimo de US$ 50 milhões à Islândia.

As autoridades islandesas classificaram a ação do FMI e do grupo de países como "muito positiva" para a estabilidade financeira, após um período de "incerteza", e um "grande passo" para a reconstrução de sua economia, devastada pelos efeitos da crise financeira internacional, que levou o sistema bancário do país ao colapso.

"Graças ao acordo com o FMI, podemos começar nosso programa de reconstrução e impulsionar nossa economia", disse o primeiro-ministro islandês, Geir Haarde, que acrescentou que o desafio agora é vencer as dificuldades e ganhar novamente a confiança de outras nações.

O FMI colocará imediatamente à disposição do Governo da Islândia US$ 827 milhões, enquanto o restante poderá ser concedido em oito lances de aproximadamente US$ 155 milhões cada, em uma operação que estará submetida a revisões trimestrais.

O acordo entre FMI e Islândia já havia sido fechado no último dia 28, mas sua aprovação foi adiada até Reykjavik aceitar fazer frente, alguns dias depois, aos depósitos estrangeiros que permanecem congelados em vários de seus bancos, como exigiam países como Reino Unido e Holanda.

Os bancos centrais de Suécia, Noruega e Dinamarca já haviam aprovado, em maio, um empréstimo extraordinário de US$ 2,3 bilhões para o banco central da Islândia, o Sedlabanki. EFE alc/fh/an

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