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Países emergentes dependem cada vez mais de empréstimos internacionais

As economias emergentes dependem cada vez mais dos empréstimos internacionais e isso poderá representar riscos para esses países devido à atual crise financeira, segundo um estudo do Banco de Pagamentos Internacionales (BIS, sigla em inglês) difundido neste domingo.

AFP |

Segundo os economistas do BIS, o camado banco central dos bancos centrais com sede na Basiléia (Suíça) e que reúne 55 instituições de emissão no mundo, um recorde do crédito por parte dos bancos internacionais poderá ter um impacto negativo na economia real dos países emergentes.

A crise dos créditos hipotecários de risco nos Estados Unidos, ou crise dos "subprime", e o esgotamento da liquidez posterior "reforçaram os temores sobre o alcance desta exposição e a dependência dos mercados emergentes de crédito internacional", destacou o BIS em seu estudo.

A depressão das moedas locais frente às divisas estrangeiras pode provocar uma alta da falta de pagamentos entre os devedores que até agora apostavam numa tendência inversa.

Segundo cifras do BIS, os empréstimos internacionais com destino às economias emergentes se quadruplicaram desde 2002 até alcançar os 4,9 trilhões de dólares em meados de 2008.

A maturidade do crédito varia também segundo os países, expondo os devedores às mudanças nos mercados no caso dos créditos a curto prazo..

Apesar da deterioração da situação dos mercados e da economia real, os empréstimos destinados aos países emergentes se mantiveram no primeiro semestre e continuam progredindo, mesmo que mais lentamente.

ale/cn

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