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Países emergentes começam a definir propostas para reunião do G20

São Paulo, 7 nov (EFE).- Os Ministros das Finanças e presidentes dos bancos centrais dos principais países emergentes do mundo começaram hoje em São Paulo uma reunião para definir as propostas contra a crise financeira que levarão à reunião anual do G20, neste fim de semana.

EFE |

A reunião de hoje conta com a presença de representantes do Bric, grupo de emergentes formado por Brasil, Rússia, Índia e China, além de México e África do Sul.

O objetivo é discutir as propostas que serão apresentadas amanhã e no domingo aos demais países do G20 , que reúne países emergentes e desenvolvidos, para articular uma reforma do sistema financeiro internacional, reivindicada de todos os cantos do mundo devido ao impacto da crise.

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse antes da reunião que neste fim de semana terão em São Paulo "dois focos de discussão" sobre a crise e o sistema financeiro internacional.

Meirelles manifestou à imprensa que o primeiro assunto é "resolver o problema da crise internacional" e o outro, "a discussão de órgãos que possam regular as operações financeiras mundiais".

O Brasil defendeu a necessidade de que os Governos tenham um maior controle sobre os mercados financeiros para evitar que se repitam crises como a que nos últimos meses arrasou os mercados de todo o planeta e pôs o mundo à beira de uma recessão.

"Vamos discutir medidas fiscais que possam fazer com que a atividade (produtiva) seja retomada", apontou.

A reunião ministerial do G20 acontece uma semana antes da cúpula do grupo convocada para o dia 15 deste mês, em Washington, pelo presidente americano, George W. Bush, com o propósito de discutir a crise financeira e medidas para evitar que se repita.

O G20 é formado por países do G-7 (EUA, Canadá, Japão, Alemanha, Reino Unido, Itália e França), além de Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, China, Coréia do Sul, Índia, Indonésia, México, Rússia, África do Sul, e Turquia, mais a União Européia (UE) como bloco. EFE joc/rr

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