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Países descumpriram compromissos de cúpula do G20, diz FMI

Washington, 26 jan (EFE).- O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, disse hoje que houve pouco avanço nas medidas para revitalizar a economia prometidas pelos membros do Grupo dos Vinte (G20, que reúne os países mais ricos e os principais emergentes) mais Holanda e Espanha, em sua cúpula presidencial em Washington.

EFE |

O chefe do FMI afirmou que, em razão da gravidade da crise, é necessária uma ação coordenada mundial para estimular a economia e sanear o sistema bancário, mas que neste âmbito o progresso foi muito pequeno.

"Houve debates, alguma coordenação, mas muito pouco", afirmou o ex-ministro francês em um seminário na Universidade Georgetown.

O FMI reduzirá na quarta-feira "significativamente" sua previsão de crescimento mundial para este ano, que em novembro estimou em 2,2%, segundo antecipou a entidade.

Strauss-Kahn afirmou em seu pronunciamento que a prioridade deve ser restabelecer a normalidade e a confiança no sistema financeiro, porque os pacotes de estímulo não vão conseguir revitalizar a economia.

O chefe do Fundo lembrou que os participantes da Cúpula do G20 se comprometeram a recapitalizar os bancos, revelar totalmente suas perdas e aprovar medidas fiscais para dar apoio à economia, mas disse que na realidade "muito pouco foi feito até agora".

Strauss-Kahn participou desses encontros e apresentou um relatório do FMI aos reunidos em Washington sobre o estado da economia mundial. A próxima cúpula acontecerá no dia 2 de abril, em Londres. EFE cma/mh

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