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País precisa de R$ 7 bi a R$ 9,4 bi/ano, diz Minc

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse ontem em Poznan que o Brasil precisa de US$ 3 bilhões a US$ 4 bilhões (R$ 7 bilhões a R$ 9,4 bilhões) por ano para financiar a luta contra o desmatamento e a redução das emissões de gases-estufa. A estimativa é de que o Fundo da Amazônia capte US$ 1 bilhão por ano.

Agência Estado |

A diferença viria de fundos internacionais e do mercado de carbono.

Minc informou o valor em entrevista a jornalistas brasileiros pouco antes da primeira reunião de alto nível da 14.ª Conferência do Clima. Segundo ele, apenas em Copenhague, em 2009, os delegados internacionais estipularão o montante global que deverá ser destinado à luta contra o aquecimento. Mas o Brasil tem, desde já, sua estimativa.

Até aqui, o Fundo da Amazônia, dependente de doações da comunidade internacional, tem apenas um doador, o governo da Noruega, que prometeu investir US$ 1 bilhão até 2015. Conforme Minc, Alemanha, Suíça e Dinamarca têm interesse em doar recursos. "A Alemanha provavelmente será o segundo doador."

Hoje o secretário de Energia e Mudanças Climáticas do governo britânico, Ed Miliband, vai anunciar em Poznan a doação de 100 milhões de libras (cerca de R$ 400 milhões) para ajudar a conter o impacto do desmatamento no aquecimento global. O dinheiro será enviado para os países que têm florestas tropicais. Não foi informado quanto pode ser destinado ao Brasil.

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