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A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, acredita que o Brasil pode se tornar a quinta maior economia do mundo em 2016. Segundo ela, o objetivo é continuar crescendo juntamente com a redução das desigualdades sociais, como vem ocorrendo nos últimos anos.

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"O País vive um momento exitoso", afirmou, durante apresentação em seminário organizado pelo "Financial Times" e "Valor".

Dilma destacou as oportunidades criadas pelas descobertas do pré-sal, que colocarão o Brasil na lista das maiores reservas petrolíferas do mundo. Segundo ela, o quadro é muito promissor, apesar dos desafios tecnológicos.

A ministra afirmou que existe a preocupação de evitar a maldição do petróleo, com baixa industrialização e populações pobres, e a chamada 'doença holandesa'. "Por isso queremos agregar valor e criar uma indústria com escala e competitividade."

Depois de uma apresentação mais técnica sobre os projetos de investimentos brasileiros, como as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Dilma abordou a questão ambiental. "Queremos mostrar que é possível crescer em harmonia com o meio ambiente." Segundo ela, as descobertas de petróleo não irão mudar o caráter renovável da matriz energética brasileira, pois serão mantidos os investimentos em hidrelétricas, biocombustíveis, agricultura e siderurgia verde.

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