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Conselho político discute Fundo Soberano e reforma tributária

BRASÍLIA - O conselho político, formado por líderes e presidentes de partidos da base aliada do governo na Câmara e no Senado, se reúne na tarde de hoje com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto. Na pauta de discussões estão a criação do Fundo Soberano, a reforma tributária e a dívida ativa da União.

AFP |

O resultado, divulgado nesta terça-feira pelo Ministério do Trabalho, é 60,02% superior ao verificado em julho do ano passado, quando foram abertas 126.992 vagas.

A criação de empregos acumulada no ano somou 1,564 milhão, também o melhor resultado em 13 anos, e 27% superior ao recorde anterior, de 1,236 milhão em período igual de 2004.

Os do Caged apontam ainda que, em 12 meses até julho, as novas vagas com carteira assinada totalizavam 1,959 milhão.

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, voltou a destacar o forte dinamismo da economia no ano para justificar a boa empregabilidade, citando que todos os oito setores pesquisados apresentam números positivos de janeiro a julho, com cinco deles registrando recordes: agricultura, serviços, construção civil, comércio e administração pública.

No caso da construção civil, que nunca teve um ano tão forte, segundo Lupi, não é só a explosão imobiliária com farto crédito que aqueceu o setor de aquisição da casa própria. O ministro destacou as grandes obras de infra-estrutura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), cujas contratações deslancharam este ano.

Além disso, continuou ele, há grandes investimentos estrangeiros na rede hoteleira com a construção de hotéis e resorts, principalmente no Nordeste.

Lupi destacou que, no mês passado, apenas Roraima e Mato Grosso do Sul tiveram saldos negativos de emprego formal, por conclusão da colheita agrícola. Em contrapartida, nove Estados bateram seus próprios recordes para o mês desde o início da série do Caged em 1995, como Ceará, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná.

Entre janeiro e julho, o setor de serviços cresceu 4,29% sobre o período anterior e acumulou 490.105 postos. A indústria de transformação, com 355.396, subiu 5,07%. A agricultura teve um total de 271.970 postos, a maior variação do intervalo com 18,14%. A construção civil teve incremento de 15,18% e criação de 232.231 empregos. O comércio acumulou 157.415 com alta de 2,43% e o setor público adicionou 39.263 postos, acréscimo de 7,31%.

(Com informações da Agência Estado e Valor Online)

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