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Outros países do G7 podem seguir medidas dos EUA, diz Canadá

OTTAWA (Reuters) - Existem sinais de que países do G7 excluindo os Estados Unicos tomarão ações adicionais para minimizar os efeitos da crise financeira, afirmou nesta segunda-feira o ministro das Finanças canadense, Jim Flaherty. O Canadá, assim como a maioria dos governos do grupo dos sete países mais industrializados do mundo, até agora respondeu de maneira fria aos esforços do secretário do Tesouro norte-americano, Henry Paulson, para fazer com que outros sigam seus passos e comprem títulos podres relacionados a hipotecas de instituições financeiras atingidas pela crise.

Reuters |

'Existem algumas indicações de que haverá ações adicionais fora dos Estados Unidos... que serão cooperativas com o que o Estados Unidos fizeram', disse ele, se referindo ao comunicado do G7 divulgado mais cedo.

Ele não quis dizer a que países estaria se referindo. 'Eu vou deixar para que os ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais falem por suas economias', afirmou a repórteres em teleconferência.

'Não há segredo para o fato de que os Estados Unidos gostariam que outras juridições copiem a sua conduta, e que é tentar tirar os ativos sem liquidez que estão desestabilizando as instituições financeiras em outros países onde isto ocorre', afirmou ele.

'Este não é o caso do Canadá.' Após anunciar a proposta de um pacote de resgate de 700 bilhões de dólares nos Estados Unidos para ajudar a desobstruir o sistema financeiro, Paulson afirmou que está aguardando que outros países sigam na mesma direção.

(Reportagem de Louise Egan)

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