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Ouro dispara 19% e lidera ranking de investimentos no mês

SÃO PAULO - A melhor opção de investimento durante o mês de setembro denota o caráter de busca de proteção que a instabilidade externa impôs aos investidores. O ouro liderou o ranking de investimentos divulgado mensalmente pelo Valor Online, com valorização de 19,32%.

Valor Online |

Para efeito de comparação, em agosto, o metal precioso foi a segunda pior opção, acumulando perda de 5,38%.

Acertou também aquele que apostou no dólar comercial. A divisa norte-americana fechou o período com alta de 16,45%. Esse foi o maior ganho mensal da moeda desde setembro de 2002, quando avançou 24,92%. Mês passado o ganho tinha sido de 4,61%.

Assim como o ouro, o investimento em euro, que figura como terceira melhora opção, surpreende ao reverter uma perda de 1,86% em agosto, para uma alta de 12,28% agora em setembro.

A renda fixa aparece em quarta colocação de rentabilidade. O CDI apresentou variação positiva de 1,10%, enquanto o CDB subiu 1,01%. A poupança fecha a lista de ganhadores, avançando 0,70% no mês.

Como não poderia ser diferente, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) foi o único dos investimentos acompanhados a apresentar perda no mês. Penalizado pela crise de crédito global e crescente aversão ao risco o Ibovespa, principal indicador do mercado acionário brasileiro, caiu 11,03% em setembro, fazendo desse o pior mês desde abril de 2004, quando a queda foi de 11,45%.

Observando o desempenho de tais opções de investimento no ano, o topo do ranking continua com a renda fixa. De janeiro a setembro, o CDI acumula alta de 8,77%, seguido por uma valorização de 8,60% do CDB.

Com a disparada em setembro, o ouro passa a registrar ganho de 8,47% nos nove primeiros meses do ano, o que dá ao metal o segundo melhor desempenho em 2008. O dólar vem logo atrás, apresentando variação positiva de 7,15%. A tradicional poupança paga aos investidores 5,64% no acumulado do ano e o euro rende 3,24%.

A Bovespa volta a aparecer como pior escolha, amargando uma desvalorização de 22,45% desde o começo do ano.

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