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OSX reduz quantidade de ações na oferta e preço-alvo

A OSX Brasil, empresa de serviços para indústria de petróleo do grupo do empresário Eike Batista, reduziu a quantidade de ações em sua oferta pública primária e também o preço-alvo, depois de os acionistas controladores terem se comprometido a um aumento de capital privado de até US$ 1 bilhão. Com as mudanças, a oferta passa a ser de 3.

Agência Estado |

063.000 ações em vez de 5.511.739, e o preço-alvo é estimado em R$ 800, contra faixa indicativa anterior de R$ 1.000 a R$ 1.333. A distribuição prevê ainda lotes extras de até 15% e 20% das ações ofertadas, respectivamente 459.450 e 612.600 papéis. Assim, a OSX pode captar R$ 2,45 bilhões sem os lotes extras ou no máximo R$ 3,3 bilhões, com mais 35% da quantidade de ações. Até então, a oferta poderia atingir o máximo de R$ 9,9 bilhões, no teto da faixa indicativa e com os exercícios dos lotes suplementar e adicional.

O preço por ação será fixado amanhã, dia 18, data estipulada também para a desistência dos pedidos de reserva feitos por investidores qualificados. Já os investidores da chamada oferta de dispersão têm até as 12 horas do dia 23 de março para desistir da reserva. Entretanto, no dia 22 terá início a negociação das ações na BM&FBovespa. A data de liquidação da oferta foi alterada para 24 de março.

Como antecipado ontem pela Agência Estado, era fraca a procura do mercado pela oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) da OSX. Até ontem à tarde, a companhia teria demanda para apenas metade da oferta, e os investidores pressionavam por uma redução da faixa indicativa de preço exatamente para a casa de R$ 800, conforme fontes.

"Com base no preço-alvo por ação indicativo de R$ 800, que é o novo referencial indicativo de preço por ação, nós estimamos que os recursos líquidos da oferta serão de aproximadamente R$ 2,3 bilhões, sem considerar o eventual exercício da opção de ações suplementares e as ações adicionais", explica a empresa.

Contrato de opção

O prospecto definitivo da oferta conterá um novo fator de risco, sobre a possibilidade de descumprimento ou impedimento para a execução do contrato de opção referente ao aumento privado de capital. Ontem, os acionistas controladores Centennial Asset Mining Fund LLC e EBX Investimentos Ltda assinaram contrato pelo qual concedem a opção para que, a partir de 24 de março de 2010 até 23 de março de 2013, a OSX exija que eles subscrevam novas ações até o limite máximo de US$ 1 bilhão por meio de aumento de capital privado para a realização do plano de negócios da companhia, "desde que seja verificada necessidade de capital adicional" e "ausência de alternativas para esta captação junto aos mercados".

O preço por ação a ser subscrita pelos acionistas controladores como resultado do exercício da opção será equivalente ao preço por ação apurado na oferta, corrigido por IGP-M até a data da deliberação sobre o aumento de capital.

O Credit Suisse é o coordenador líder da operação, ao lado de Itaú BBA, Bradesco BBI, BTG Pactual e Morgan Stanley.

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