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Os protagonistas da Rodada de Doha na OMC

Segue a lista dos principais atores da Rodada de Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC), que realiza uma reunião crucial neste fim de semana em Genebra.

AFP |

G-10 (9 membros):

Este grupo reúne grandes produtores agrícolas que impõem elevadíssimas tarifas alfandegárias a produtos considerados vitais para seus agricultores, como o Japão (778% a suas importações de arroz). Rejeita a proposta que determina máxima de 100% para estas tarifas, como pede outros países.

Membros: Coréia do Sul, Ilhas Maurício, Islândia, Japão, Liechtenstein, Noruega, Suíça, Taiwan.

Grupo de Cairns (17 membros)

Este grupo reúne grandes exportadores agrícolas, industrializados ou em desenvolvimento, todos contrários aos subsídios e aos incentivos da União Européia e dos Estados Unidos a seus agricultores.

Membros: África do Sul, Argentina, Austrália, Bolívia, Brasil, Canadá, Chile Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Indonésia, Malásia, Nova Zelândia, Paraguai, Filipinas, Tailândia, Uruguai.

G-20 (21 membros):

Este grupo inclui países emergentes, liderados pelo Brasil e pela Índia, que são contra as políticas agrícolas dos países ricos. Porém, está dividido sobre os produtos industriais, entre exportadores livre-cambistas (como Brasil) e países mais protecionistas, como a Índia.

Membros: África do Sul, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, China, Cuba, Egito, Guatemala, Índia, Indonésia, México, Nigéria, Paquistão, Paraguai, Filipinas, Tailândia, Tanzânia, Uruguai, Venezuela, Zimbábue.

PMA (32 membros):

O grupo de Países Menos Avançados da OMC não devem, em princípio, fazer concessões nas negociações, mas temem ficar marginalizados pelo desenvolvimento de nações como a China e o Brasil

É integrado por Angola, Bangladesh, Benin, Burkina Faso, Burundi, República Centro-africana, Chade, Djibuti, Gâmbia, Guiné, Guiné-Bissau, Haiti, Ilhas Salomão, Lesotho, Madagascar, Malawi, Maldivas, Mali, Mauritânia, Moçambique, Mianmar, Níger, República Democrática do Congo, Ruanda, Senegal, Serra Leoa, Tanzânia, Togo, Uganda, Zâmbia.

G-33 (42 membros):

Este grupo é integrado por países em desenvolvimento que defendem o conceito de "produtos especiais", importante para suas agriculturas, e pelos que pedem a manutenção de um nível maior de proteção.

Entre seus membros estão China, Congo, Coréia do Sul, Costa do Marfim, Cuba, Haiti, Honduras, Índia, Jamaica, Panamá, Peru, República Dominicana, Trinidad e Tobago, Turquia, Venezuela.

ACP (56 membros):

O grupo África-Caribe-Pacífico reúne a antigas colônias que querem conservar um acesso preferencial ao mercado europeu e acabam sendo contrários a certas posições do G-20.

Membros: África do Sul, Angola, Antígua e Barbados, Bermuda, Belize, Benin, Botsuana, Burkina Faso, Burundi, Camarões, República Centro-Africana, Chade, Congo, Costa do Marfim, Cuba, RD Congo, Djibuti, Dominica, República Dominicana, Fiji, Gabão, Gâmbia, Gana, Granada, Guiné, Guiné-Bissau, Guiana, Haiti, Jamaica, Quênia, Lesoto, Madagascar, Malawi, Mali, Mauritânia, Ilha Maurício, Moçambique, Namíbia, Níger, Nigéria, Uganda, Papua Nova Guiné, Ruanda, São Kitts e Névis, Santa Lúcia, St Vincent e Granadinas, Senegal, Serra Leoa, Ilhas Salomão, Suriname, Suazilândia, Tanzânia, Togo, Trinidad e Tobago, Zâmbia, Zimbábue.

G-90:

Este grupo é uma estrutura mais informal, integrada pelos países ACP, as nações da União Africana e os Países Menos Avançados (PMA).

bar/lm

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