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Os principais pontos dos planos de viabilidade da GM e da Chrysler

Seguem os principais pontos dos planos de viabilidade dos construtores americanos General Motors (GM) e Chrysler, transmitidos na noite de terça-feira ao governo.

AFP |

GENERAL MOTORS

- Ajuda pública: até 30 bilhões de dólares até 2011, segundo o cenário mais pessimista, e 22,5 bilhões de dólares numa estimativa média.

Esses cálculos incluem somas já obtidas: 13,4 bilhões a partir de dezembro, o que faz com que as somas que a GM ainda espera se elevem a 9,1 bilhões de dólares num cenário médio e a 16,6 bilhões de dólares no pior.

- Social: 47.000 supressões de empregos este ano, entre eles 26.000 em nível internacional.

- Marcas: o grupo quer reduzir de 8 para 4 as marcas principais para se concentrar em Cadillac, Buick, Chevrolet e GMC.

A GM vai progressivamente acabar com a Saturn. Hummer e Saab também serão postas à venda. Se isso não acontecer com a Hummer, a GM poderá parar progressivamente de fabricá-la. A Saab poderá ser colocada em concordata ainda este mês se faltar uma ajuda governamental sueca para ajudar nas vendas. A Pontiac terá um número de modelos reduzido.

- Internacional : a GM acrescenta a seu plano medidas a serem tomadas na Europa, para conseguir fazer 1,2 bilhões de dólares de economia.

- Mercado americano: a GM revisou em baixa sua previsão de vendas nos Estados Unidos este ano. Numa estimativa média, trabalha com um mercado de 10,5 milhões de unidades e com 9,5 milhões num cenário pior.

- Cenário de falência. No pior, a falência da GM custaria até 86 bilhões de dólares ao Estado federal, com seus rendimentos em queda, devido a uma desconfiança em massa dos consumidores.

CHRYSLER

- Ajuda pública: a Chrysler estima precisar ainda de 5 bilhões de dólares para evitar a falência: já havia pedido 7 bilhões de dólares em dezembro e recebeu até agora 4 bilhões. No pior cenário, poderia, assim, pedir 9 bilhões de dólares.

- Social: o grupo quer suprimir 3.000 empregos este ano, após ter cancelado 32.000 entre 2007 e 2008. Empregava 53.600 pessoas no final de 2008, essencialmente nos Estados Unidos.

- As discussões com diferentes parceiros avançaram. Um acordo preliminar com o sindicato americano UAW foi concluído.

- A italiana Fiat deve obter uma participação de 35% em troca de uma parceria relacionada a novas tecnologias.

"A Chrysler vai continuar a explorar outras oportunidades de aliança ou parcerias se necessário".

- Mercado americano: a Chrysler trabalha com um mercado de 10,1 milhões de veíiculos vendidos nos Estados Unidos em 2009, podendo cair para 9,1 milhões segundo uma previsão mais pessimista.

- Em caso de falência, a Chrysler estima que precisará de 24 bilhões de dólares de ajuda pública em dois anos.

Custo do desaparecimento da empresa: entre dois a três milhões de empregos poderiam ser perdidos em razão do efeito dominó sobre fornecedores e concessionárias, o que acarretaria 150 bilhões de dólares para as arcas do teouro federal em três anos.

aa/sd

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