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Órgãos de defesa do consumidor consideram tímida proposta da Telefônica de ressarcimento a assinante

SÃO PAULO - Os órgãos de defesa do consumidor e a Telefônica ainda não chegaram a um consenso sobre as medidas que serão tomadas para ressarcir os prejuízos dos usuários que ficaram sem internet entre quarta-feira e quinta-feira por conta de uma pane na rede de transmissão de dados da empresa.

Valor Online |

Participaram da negociação o diretor-executivo da Fundação Procon-SP, Roberto Pfeiffer, o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, e representantes do Ministério Público Estadual, Procuradoria Geral do Estado (PEG), Idec e Proteste.

Segundo comunicado divulgado pelo Procon-SP, a Telefônica propôs um tratamento distinto entre os assinantes que ficaram sem acesso a internet, como foi o caso de grandes empresas, órgãos públicos, pequenas empresas e pessoas físicas, e demais pessoas físicas, que ficaram um dia sem trabalhar, ou não conseguiram pagar uma conta, por exemplo.

Ainda segundo o Procon-SP, para o primeiro grupo a empresa propôs dar um abatimento no valor da próxima fatura por um período um pouco superior ao tempo em que o serviço ficou fora do ar. Entretanto, a proposta foi considerada tímida pelos representantes dos órgãos de defesa do consumidor, que solicitaram a apresentação de uma medida mais ampla.

Já para as pessoas atingidas pela interrupção do serviço de forma indireta, a empresa afirmou que irá criar uma mecanismo específico de atendimento das reclamações pelo call center, inclusive um canal de direcionamento para as demandas que chegarem aos órgãos de defesa do consumidor.

O Procon-SP informou ainda que outras medidas, como recolhimento de valor a título de indenização coletiva destinada ao Fundo Estadual de Interesses Difusos estão em discussão. Uma nova reunião foi agendada para segunda-feira, 7 de julho, para que empresa apresente mais informações e detalhes sobre os procedimentos a serem adotados na reparação aos danos sofridos pelos consumidores.

(Valor Online)

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