A operadora Vivo, que teve sua sede vasculhada pela polícia na manhã de ontem, informou por nota que recebeu e colaborou com as autoridades (..

.) bem como se mantém integralmente à disposição para colaborar nas investigações". A Claro afirmou que "adota as medidas de segurança e controle necessárias para garantir o sigilo dos dados e das comunicações de seus clientes" e que "está à disposição das autoridades para cooperar no que estiver ao seu alcance".

A Telefônica, que teve um prestador de serviços preso acusado de vazamento de informações, informou que "aguarda ter acesso aos autos para obter informações mais completas e está à disposição para colaborar com as autoridades nas investigações".

O Banco Real, que teve um funcionário detido, afirmou "que não tem informações sobre o caso e, portanto, não se pronunciará sobre o assunto". O Banco Bradesco, controlador do Banco Bankpar, também não quis comentar as investigações. Procurada, a Assessoria de Imprensa da TIM não havia se manifestado até 20h30. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.