O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, garantiu nesta quinta-feira que as operações de swap (troca de moedas) entre o Brasil e o Federal Reserved (FED), o Banco Central Americano, não afetarão as reservas cambiais brasileiras e ainda darão mais dar liquidez ao mercado nacional.

É uma operação da maior importância, não só pelo aspecto monetário em si, mas pelo significado do Brasil ser incluído entre as economias importantes do ponto de vista sistêmico, analisou Meirelles.

O presidente do BC explicou, em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, que à medida que os dólares entram no País, as reservas brasileiras aumentam. E o mesmo processo ocorre com o envio de reais aos Estados Unidos.

As repercussões para o Brasil deste swap é que o País passa a dispor de mais de U$30 bi para se defender da crise internacional, que poderá ser usado para financiar exportação ou para procedimentos de reestabilização da liquidez em dólares, disse.

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