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Opep diz que adiamento do corte de produção é uma estratégia

Argel, 1 dez (EFE).- O ministro da Energia argelino e presidente em exercício da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Chakib Khelil, disse hoje que o adiamento até a reunião de 17 de dezembro, em Oran (Argélia), de uma possível decisão do cartel para cortar a produção de petróleo é uma estratégia para avaliar a evolução do mercado.

EFE |

No sábado, os ministros de Energia da Opep se reuniram no Cairo, mas não adotaram nenhuma decisão sobre a redução da produção para fazer frente à queda dos preços, e se remeteram à reunião extraordinária que a organização realizará em Oran.

"É uma estratégia adiar a decisão de cortar a produção até a reunião de Oran, é uma excelente decisão, já que nos permitirá ver como o mercado reage, para adotar as medidas adequadas" na cidade argelina, disse Khelil aos jornalistas.

O ministro não quis se pronunciar sobre o volume do corte que poderia ser decidido no encontro da Argélia, já que isso "faria o mercado reagir".

O secretário-geral da Opep, o líbio Abdullah Salem el-Badri, afirmou hoje que a organização decidirá em dezembro uma "ação maior" de redução de sua oferta, se a queda dos preços do petróleo continuar.

"Se considerarmos que o mercado está se deteriorando, procederemos a uma ação maior na Argélia e em qualquer outro lugar quando for necessário", disse.

Em 24 de outubro, os membros do cartel decidiram, em Viena, reduzir a produção em 1,5 milhão de barris diários, para 27,3 milhões, a fim de enfrentar a queda dos preços induzida pela crise financeira e pela redução da demanda.

A medida não mostrou grandes efeitos, até agora, sobre o preço do petróleo, que continuou caindo e ficou na sexta-feira passada a US$ 47,29 por barril. EFE sk/an

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