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Opel solicita ajuda do Governo alemão para superar crise

Frankfurt (Alemanha), 14 nov (EFE).- O construtor automobilístico alemão Opel pediu ajuda ao Governo federal e aos laender (Estados federados) onde estão localizadas suas fábricas, anunciou hoje a direção da empresa.

EFE |

"Queremos manter as posições da Opel e sua capacidade de gestão e competitividade, inclusive nesta situação global adversa", declarou seu presidente, Hans Demant.

Demant explicou que a decisão de recorrer às autoridades fez-se necessária após a piora da situação na matriz, a General Motors.

A Opel representa 75% do volume de negócios do gigante americano General Motors na Europa.

O ministro alemão de Economia, Michael Gloss, declarou após o anúncio do Opel que o Governo e os Estados federados onde estão localizadas as plantas Opel - Hesse, Renânia do Norte-Vestfália, Renânia-Palatinado e Turíngia - estão dispostos a dar ajuda.

"Estamos em contato com a Opel. O problema só pode ser solucionado com os 'laender'", acrescentou o ministro.

Gloss exortou nesse sentido a Opel a colocar sobre a mesa "um número concreto para que assim possamos analisar a situação".

Segundo informações não confirmadas pela Opel, filial da General Motors, muito castigado pela crise financeira, se trataria de um montante aproximado de 200 milhões de euros.

A Opel tem na Alemanha quatro fábricas localizadas em outros tantos estados federados e no total emprega 25.700 trabalhadores.

A decisão da Opel de pedir ajuda ao Governo foi antecipada na terça-feira pelo jornal "Frankfurter Allgemeine".

O periódico informou que a Opel solicitaria ao Governo alemão poder ter acesso a um crédito de 40 bilhões de euros (US$ 50,8 bilhões) do Banco de Investimento Europeu para a Indústria Automobilística.

Segundo o jornal, a gerência e o comitê de empresa da Opel pediram ajuda em carta à chanceler alemã, Angela Merkel. EFE cv/ma

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