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ONS: nível de reservatórios do Sudeste é de 59,1%

Os reservatórios das hidrelétricas do Sudeste e do Centro-Oeste mantiveram a trajetória de ligeira queda verificada nas últimas semanas e agora se encontram em 59,1% do volume total, segundo o Informativo Preliminar Diário da Operação do dia 25 de setembro, divulgado hoje pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). No mesmo dia do ano passado, o volume disponível nos reservatórios estava em 63,8% da capacidade máxima.

Agência Estado |

Na quinta-feira da semana passada, a situação estava em 60,7%. Estas duas regiões concentram 67% da capacidade de armazenamento das hidrelétricas do Brasil.

Apesar da redução, a curva que mede o volume de água disponível nos reservatórios segue acima da curva de aversão ao risco (CAR), referência do ONS para o volume mínimo de água nos reservatórios das hidrelétricas para abastecer o mercado com segurança. Ontem, a diferença entre os dois indicadores era de 9,8 pontos porcentuais, para uma CAR de 49,3%. Isso significa um incremento de 0,3 ponto porcentual em relação à situação da semana passada, quando a diferença entre as curvas era de 9,5%, para uma CAR de 51,2%.

Nordeste

No Nordeste, o panorama também é de ligeira queda no volume de água armazenado. Ontem, os reservatórios da região fecharam em 56,4%, 29,8 pontos porcentuais acima da CAR de 27,5%. No Sul, o nível de armazenamento fechou ontem em 56,4%, 43,4 pontos porcentuais acima da CAR para a localidade. No Norte, o volume de água disponível representou ontem 49,8% da capacidade total do armazenamento, 5,5 pontos porcentuais acima da CAR.

Ontem, o Sudeste exportou 2,837 mil MW médios, dos quais 1,871 mil MW médios para o Nordeste e 966 MW médios para o Nordeste. Já o Sul enviou 1,396 mil MW médios para o Sudeste, que também recebeu 9,171 mil MW médios de Itaipu. O Brasil ainda importou 1,499 mil MW médios da Argentina. A produção hidrelétrica nacional foi de 37,652 mil MW médios e a carga do Sistema Interligado Nacional (que exclui parte do Norte) foi de 53,593 mil MW médios.

O despacho das termelétricas totalizou 5,126 mil MW médios, dos quais 1,870 mil MW médios das térmicas nuclear Angra 1 e 2 e outros 3,256 mil MW médios de fontes convencionais, como óleo combustível e gás natural. A geração térmica convencional ficou 577 MW médios abaixo do programado pelo ONS devido à indisponibilidade de geradores de algumas usinas.

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