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ONG critica proposta dos EUA sobre redução de subsídios agrícolas

Genebra - A Oxfam Internacional disse que proposta americana de reduzir seus subsídios agrícolas em US$ 15 bilhões anuais não é suficiente e não gerará os benefícios prometidos para os países em desenvolvimento.

EFE |

 

Outras ONGs também reagiram negativamente ao anúncio realizado nesse sentido pela representante dos Estados Unidos na Organização Mundial do Comércio (OMC), Susan Schwab.

Os EUA fazem parte do grupo de cerca de 30 países que enviaram seus ministros de Comércio e Agricultura para uma reunião convocada pelo diretor-geral da OMC, Pascal Lamy, para desbloquear a Rodada de Doha e evitar seu fracasso definitivo.

A Oxfam disse o gasto atual dos EUA em subsídios que distorcem o comércio está entre US$ 7 bilhões e US$ 9 bilhões, de modo que a oferta de hoje não implica "necessariamente em cortes reais".

Apesar de reconhecer a importância de estabelecer limites mais baixos para esse tipo de despesa, a ONG insistiu em que o oferecido "não foi suficientemente baixo", já que "US$ 15 bilhões são o dobro do que os EUA gastam atualmente".

Por sua parte, o Instituto para a Agricultura e Política Comercial (IATP, em inglês) disse que a oferta dos EUA é "débil" e que, graças aos preços dos alimentos nos mercados internacionais, "não terá problemas para cumprir essa meta".

Por outro lado, representantes de agricultores de 40 países assinaram uma carta de protesto entregue por um pequeno grupo pessoalmente a Lamy.

Nessa carta, os agricultores criticam as propostas discutidas na reunião ministerial que, segundo eles, "servem somente aos interesses de alguns grandes exportadores de produtos agrícolas".

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