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A receita da Oi não será tão fortemente afetada em 2009, de acordo com o presidente da companhia, Luiz Eduardo Falco. Em entrevista à Agência Estado, em Nova York, o executivo avaliou: Nossas receitas vêm muito do mercado doméstico.

Até a crise chegar (nos clientes), vai demorar um tempo, se chegar".

Falco ponderou que a empresa não acredita que haverá impacto significativo na receita em 2009, em face dos efeitos da desaceleração econômica esperada para o País no próximo ano. Ele reiterou que "não espera grandes quedas de receita" para o próximo ano. "A gente vem crescendo fortemente em alguns segmentos de mercado, como dados e banda larga", completou. "E tem demanda, tem espaço".

"O Brasil deve crescer, na nossa visão, algo perto de 2,5% (em 2009). (A desaceleração econômica) vai ter impactos futuros para 2010 ou 2011. Para o primeiro ano, a gente não vê impacto tão grande", avaliou o executivo. "No nosso caso específico, o principal problema é nossa melhor característica nessa hora. O que cresce no Brasil é a base de pré-pago", comentou. Um declínio de renda não causaria grande impacto, ponderou Falco, além de observar que esta base "cresce freneticamente".