A indústria de telecomunicações deve manter seus planos de investimento para 2009, mas algumas operadoras, como a Oi, aguardam a liberação de freqüências para ampliar os serviços. O governo poderia liberar para as operadoras freqüências que hoje estão na prateleira, afirmou o presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco.

O executivo sugeriu, durante a Futurecom 2008, que a liberação de tecnologias "para quem pode e quer investir" representa uma alternativa sem "custos políticos". Ele citou, por exemplo, a realização de leilões de faixas de freqüências para a exploração da tecnologia WiMax, de banda larga sem fio.

Na opinião de Falco, estimular investimentos em infra-estrutura por meio de desoneração tributária "seria uma ótima (idéia)", embora "difícil" de acontecer.

Falco também defendeu a liberação, pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), de outorgas para exploração de TV a cabo. "Isso me parece o passo zero. Os recursos (freqüências), apesar de finitos, estão na prateleira", disse Falco.

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