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Oi paga R$ 5,37 bilhões e assume o controle da BrT

A Oi tornou-oficialmente ontem a controladora da Brasil Telecom, com o pagamento de R$ 5,37 bilhões pelo equivalente a 61,2% do capital votante da empresa. Em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários, a Oi explica que o valor pago equivale ao preço de R$ 5,86 bilhões acertado no contrato de compra, atualizado pela variação do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), deduzido da dívida líquida da Invitel, controladora da BrT, de R$ 998 milhões.

Agência Estado |


O valor também foi ajustado pelos proventos declarados entre 1º de janeiro do ano passado e a data do fechamento do negócio.

Agora, a Oi tem um prazo de 30 dias para apresentar à CVM o pedido de registro de oferta pública para aquisição das ações ordinárias em poder dos minoritários, o chamado tag along. A empresa tem de assegurar aos minoritários o pagamento de no mínimo 80% do valor pago aos integrantes do bloco de controle, que foi de R$ 77,04% por ação. No total, calcula-se que toda a operação de compra de ações, incluindo controladores e minoritários, chegue a R$ 13 bilhões.

De acordo com a Oi, concluída a oferta pública de aquisição, será feita uma reorganização societária das empresas envolvidas no negócio, de modo que os acionistas remanescentes das atuais BrT Participações e BrT recebam ações da Telemar Norte Leste (TMAR), que é o nome da Oi na Bolsa de Valores.

De acordo com fontes que participaram da reunião de ontem no Rio que sacramentou o acordo, o encontro também serviu para definir nomes da diretoria da nova empresa. Desde o final do ano passado, a Oi já vinha realizando mudanças em seus quadros. Uma das alterações mais importantes foi a saída de José Luiz Salazar, que ocupava a diretoria financeira do grupo. Em seu lugar assumiu Alex Zornig. Também já havia sido decidido que a empresa não teria mais direções regionais, o que culminou com a saída de Roderlei Generali, que comandou a entrada da Oi no mercado de São Paulo.

O último passo para a criação da supertele agora é o crivo do Cade. Para evitar um "congelamento" das empresas enquanto o Cade não dá seu veredicto final, o órgão acertou com a Oi acordo preventivo que tem por objetivo impedir a tomada de medidas irreversíveis de concentração. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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