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Oi: meta é ser líder em São Paulo, diz diretor

A Oi ambiciona ser a líder de São Paulo, mercado que conta com as presenças já consolidadas de Vivo, Claro e TIM. Sem revelar projeções, o diretor de Mercado da Oi para São Paulo, Roderlei Generali, diz que o Estado lhe reserva muitas oportunidades, já que, embora seja a economia mais pujante, os serviços de telefonia móvel têm apenas 78% de penetração, ao contrário do Rio de Janeiro, onde a teledensidade é de 90%, segundo ele.

Agência Estado |

De acordo com o executivo, a rede de telefonia móvel da Oi em São Paulo, que começa a funcionar em 24 de outubro, está disponível para 90% da população do Estado. "São Paulo inteiro pode vir para a rede da Oi que a gente agüenta", destacou, em teleconferência com jornalistas.

Ele descarta que o mercado de telefonia móvel apele para uma guerra de preços. "Não acredito que vamos entrar numa guerra de preços porque o mercado está mais maduro. Até porque nosso jogo é serviços, não guerra de preços." Ele negou que o bônus diário de R$ 20,00 aos clientes que comprarem o chip da Oi constitua um subsídio. "Vemos isso como investimento. A oferta vai trazer muita gente que hoje está fora do mercado de telecomunicações."

A rede da Oi no Estado conta com mais de duas mil Estações Radiobase (ERBs), as quais serão ativadas até o dia 23. Os municípios que ainda não têm a cobertura da empresa devem ter o serviço somente no primeiro trimestre de 2009. As ERBs já estão instaladas com a tecnologia 3G, que coloca a banda larga ao alcance do celular, mas estes serviços serão ofertados somente no começo de 2009. "A sintonia fina da rede 3G é mais demorada. Por isso a oferta de 3G vem no primeiro trimestre."

De acordo com Generali, a Oi já desbloqueou cerca de 80 mil celulares desde a metade de agosto, quando colocou para rodar, no interior paulista, 40 vans oferecendo à população o desbloqueio gratuito. A empresa também passou a oferecer o serviço em 20 quiosques localizados em estações de metrô e terminais rodoviários na capital.

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