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Oi em SP não mexe com estrutura do mercado, dizem concorrentes

A entrada da Oi não altera a estrutura do mercado de telefonia móvel em São Paulo, na avaliação de duas concorrentes, a América Móvil, dona da Claro, e a Telefónica, que compartilha o controle da Vivo. Executivos das empresas questionam o modelo de atuação baseado somente na venda de chips.

Agência Estado |

"É um modelo tão particular que acabará sendo um mercado de nicho", afirmou à Agência Estado a diretora de Relações com Investidores da América Móvil, Daniela Lecuona. "Está fazendo ruído, mas não vai mudar a dinâmica de longo prazo do setor."
Para o diretor de Controle e Recursos da Telefónica, Ernesto Lopez Mozo, a Oi é um concorrente importante, com uma estratégia agressiva. "Mas já competimos com eles no resto do País e não estamos preocupados (com a entrada em São Paulo)."

Ele avalia que a venda de chip "é um bom modelo", mas desde que combinada com a comercialização de aparelhos, para oferecimento de outros serviços. Daniela, da América Móvil, concorda. "Vender só o chip não funciona", disse. "É preciso ver se os clientes vão aproveitar só a promoção ou se vão ficar."

A Oi estreou em São Paulo no mês passado, para concorrer com a Vivo, Claro e TIM. Inicialmente, a empresa ofereceu três meses de ligações gratuitas para telefones locais ou outro celular Oi.

Sobre a fusão da companhia com a BrT, o executivo da Telefónica acredita que as empresas levarão tempo para assimilar a união, até que o negócio passe a ter efeito no mercado.

O diretor financeiro da Net, João Elek, calcula que nos primeiros dois a três anos as empresas estarão voltadas para a integração, sem impacto imediato no setor.

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