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Oi eleva oferta por ações da Amazônia Celular

SÃO PAULO - A Oi decidiu elevar em nada menos do que 48,7% o preço proposto aos investidores pelas ações da Amazônia Celular na oferta voluntária para comprar os papéis preferenciais (PN, sem direito a voto) que estão na bolsa paulista. A proposta subiu de R$ 25,55 para R$ 38,00. O desembolso total com a operação passa de R$ 31,7 milhões para R$ 47,2 milhões, se a Oi conseguir comprar o total de 1,2 milhão de preferenciais em mercado.

Valor Online |

Os papéis representam 21,1% do capital total da companhia e estão divididos em cinco classes diferentes - PNA, PNB, PNC, PND e PNE.

O preço inicialmente proposto estava alinhado ao valor patrimonial e era inferior à avaliação econômica apontada em laudo. Após essa revisão, ficou 15% acima da avaliação mais alta.

Porém, mesmo após o aumento, os donos de preferenciais continuam com tratamento distante dos detentores de ações ordinárias (ON, com voto) que receberam R$ 121,61 por papel - 80% do que foi pago na negociação pelo controle.

As ações preferenciais não têm acesso ao prêmio de controle em caso de alienação da companhia, como têm as ordinárias, desde a reforma das Lei das Sociedades por Ações, em 2001.

A Oi adquiriu a Amazônia Celular da Vivo, que havia comprado a companhia junto com a Telemig Celular Participações, dos fundos de pensão, Opportunity e Citigroup.

O leilão da oferta está marcado para as 13 horas, do dia 22 de outubro, na Bovespa. A gestora de recursos carioca Pólo Capital é uma das investidoras: tem 10% das PND da operadora amazonense. Caso venda os papéis pelo novo preço, embolsará quase R$ 1,2 milhão. A gestora anunciou sua posição na empresa no começo de agosto.

"(Graziella Valenti | Valor Econômico)"

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